A “verdadeira” história das Copas do Mundo (do ponto de vista dos defensores de teorias conspiratórias) – Parte II (1978 – 2014)
Por Cláudio e Lino Porto
1978 – Argentina (Argentina). Única copa ganha somente nos gramados. Cansada de ser roubada ao longo da história, a Argentina enfim vence a sua, e com tamanha categoria que seu treinador chegou a dispensar o jovem Maradona, indiscutível maior jogador de todos os tempos, conforme eleição transparente, realizada sob os mais rígidos critérios pela FIFA através da Internet. Contaminados por teorias conspiratórias, alguns ingênuos defendem a tese de que o holandês Cruijff abdicou (covardemente) de jogar a copa por desconfiar que o democrático governo militar do país vizinho teria comprado a taça em acordo com seu co-irmão brasileiro, sob aval do bravo selecionado peruano.
1982 – Espanha (Itália tri). O juiz da decisão foi Arnaldo César Coelho, para quem a regra era clara: a Alemanha não poderia vencer de modo algum, pois a máfia italiana havia prometido denunciar que o esquema das loterias (motivo de injusta punição ao excepcional Paolo Rossi) ia muito além das fronteiras da Bota. A FIFA acertou o tri italiano com a Cosa Nostra em troca de silêncio. Lamenta-se apenas o bom time brasileiro ter ficado pelo caminho, deixando gênios como Valdir Peres, Paulo Isidoro e Serginho Chulapa sem terem erguido uma taça do mundo. Às vezes o futebol é injusto.
1986 – México (Argentina bi). Apesar de Maradona ter feito uma copa razoável, a conquista fora previamente acertada com a Inglaterra e a ONU, como compensação ao pacífico governo portenho por ter concedido aos britânicos o direito de usarem as Ilhas Malvinas, após empate no referido conflito bélico entre as duas poderosas nações. Outra versão, baseada em farta documentação secreta, garante que o título seria francês, em combinação com os brasileiros (daí o pênalti bisonhamente perdido por Zico), como forma de humilhar ainda mais a Grã-Bretanha. Na verdade, outro acordo de bastidores é que prevaleceria nesta e na próxima copa... Afinal, por que a imbatível Alemanha entregaria tão fácil duas finais seguidas?

1990 – Itália (Alemanha tri). A bela seleção de Lazzaroni surpreendentemente fora; repetição da decisão entre Argentina e Alemanha, derrotada facilmente nas duas edições anteriores; pênalti inexistente na final... Meras coincidências? Óbvio que o objetivo era acelerar a unificação alemã após a queda do Muro de Berlim, conquista do valoroso povo ocidental que pôs fim a sua tirania. Bom lembrar que Joseph Blatter é germânico. Segunda copa seguida que o esquema funcionou com precisão. E a terceira final entre os dois países estava armada para ser na Colômbia em 94...
1994 – EUA (Brasil tetra). O imperialismo ianque, em franca decadência, roubou a sede do país sul-americano, alegando insegurança gerada pelo tráfico de drogas (?), fato que causou imensa revolta popular não divulgada pela grande imprensa, pois a Colômbia, além de pacífico exportador de café, era também uma das favoritas ao título. Posando de democratas, os estadunidenses exigiram que a copa fosse decidida nos pênaltis, de modo a agradar os imigrantes ítalo-americanos e hispânicos (para eles, o Brasil é hispânico), abafando a pressão popular que ameaçava irromper no seio de Tio Sam. Deu certo: o conservador Clinton foi reeleito. Chegaram ao cúmulo de excluir Maradona do certame, justo no auge de sua forma física, sob uma estapafúrdia alegação de doping.

1998 – França (França). A história só é conhecida entre nós graças à Internet, que nos permite divulgar as verdades que essa imprensa golpista tenta nos omitir, como o célebre dossiê das multinacionais do esporte com a CBF: França vence em 1998, Brasil em 2002, França em 2006 e Brasil em 2010. Tudo parecendo o mais natural possível. Ronaldo não concordou e inventaram aquela história enrolada da língua enrolada. Um dia Edmundo contará toda a verdade. Os traidores da pátria receberam polpudo prêmio pelo vice. Gonçalves e Júnior Baiano, entre outros, vivem hoje como milionários sem precisarem explicar a origem de tanto dinheiro. Tudo para que o silêncio se mantenha sobre o restrito grupo dos 44 jogadores envolvidos, seus familiares e amigos.
2002 – Coréia/Japão (Brasil penta). Esquema funcionando. Sabedor do acordo, Felipão dá-se ao luxo de deixar Romário de fora para convocar o cerebral Anderson Polga. Os países anfitriões, mesmo inimigos, aceitam fazer a copa juntos apenas para provar ao mundo que são mais poderosos que a China, o que corrobora a nova correlação de forças da geopolítica planetária globalizada... Por via das dúvidas, conforme todos já desconfiavam, Oliver Khan estava comprado na final.

2006 – Alemanha (Itália tetra). O acordo franco-tupiniquim quase funcionou de novo. Só muito dinheiro para explicar o medíocre Zidane passeando em campo sem marcação e aquele ridículo ato de arrumar a meia em pleno ataque francês. O problema para esses conspiradores é que há sempre alguém de reputação ilibada que não se vende: Materazzi, elegante zagueiro italiano, provou que honestidade não tem preço.
2010 – África do Sul (?). Com o acirramento da grave crise econômica nos EUA, comenta-se que a FIFA já teria um plano para tornar os ianques campeões mundiais, alterando o cenário futebolístico internacional e reduzindo, por tabela, o crescente poder da UEFA. Como o fim do império americano nunca esteve tão próximo, e eles quase venceram a última Copa das Confederações, é bom ficarmos alertas.
2014 – Brasil (?). Será a copa mais bem organizada da história deste país, sem nenhum desvio de verba, superfaturamento, caos aéreo ou qualquer outro fato que macule a imagem de nação ordeira e organizada que o Brasil possui. A final será no Maracanã e o Brasil jogará por um empate...





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Smithers iria adorar a hora de comemorar os gols com seu chefe.
Milhouse, em vez de fazer pose de Papai Noel na barreira, iria proteger os óculos. 

Dava gosto ver o goleiro Manga.
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Luxemburgo: roupas elegantes, palavras nem tanto.